Expulsão de Pedro Belo: nota de Márcio Jerry…

Agora há pouco, o deputado federal e presidente do PCdoB do Maranhão, Márcio Jerry, enviou a seguinte nota ao editor da página, esclarecendo a expulsão de Pedro Belo do partido:

Nota

“Não há expulsão de presidência. Houve uma decisão política do partido diferente da posição do Pedro na aliança local. Na quinta passada, o partido definiu uma posição de aliança com o PDT encaminhada pelo próprio presidente local Pedro Belo e em sintonia com a direção estadual. Tal posição foi modificada, o que ensejou a decisão partidária, por sua direção estadual e com apenas um voto contrário, de aliança com PCdoB, PSB, Solidariedade e outros partidos tendo o deputado Zito Rolim como candidato a prefeito.”

Expulsão de presidência

Obs: é fato que não há expulsão de presidência, mas a expressão usada na postagem anterior é uma ‘licença poética e política’ que realça o tamanho da força da decisão estadual comunista.

Pasta velha

Como disse um comunista da banda de Caxias, em mensagem também agora há pouco ao editor do site: “O Pedro Belo carregou sozinho esse partido. Brigou com tudo e com todos quando o partido só tinha uma pasta velha.  Nem sovaco pra pasta velha andar tinha…”

Pedro Belo é expulso da presidência do PCdoB em Codó…

Em reunião virtual realizada na manhã de hoje (15/9), o diretório estadual do PCdoB expulsou o presidente municipal da sigla em Codó, o ex-vereador Pedro Belo, e, ainda, proibiu aliança com o partido de Zé Francisco (PSD).

Formação do partido

Detalhe: Pedro Belo foi o pioneiro na formação da legenda no município e, por muito tempo, levou a toada partidária comunista sozinho na região.

Desobediência

A decisão da direção estadual foi tomada em razão da desobediência de Pedro Belo em apoiar a aliança estadual do PCdoB com o PDT. O ex-vereador manteve sua decisão em seguir com o grupão da oposição, denominado “Liberta Codó”, que vai oficializar as candidaturas de Zé Francisco e Camilo durante a convenção desta quarta-feira (16).

O PCdoB também destituiu o diretório municipal do partido, que agora deve se aliar ao PDT, em apoio à candidatura de Zito Rolim.

Justificativa de Márcio Jerry

Através de sua assessoria de imprensa, o presidente do PCdoB no MA, deputado Márcio Jerry, enviou nota de esclarecimento explicando que a direção estadual do PCdoB decidiu por maioria que o partido deveria se coligar com o PDT e não com o PSD, que vai lançar a candidatura a prefeito do médico Zé Francisco.

A decisão, segundo Márcio Jerry, é sua, como presidente estadual do PCdoB, da direção do partido e do governador Flávio Dino. Leia abaixo:

Nota

“O PCdoB – a partir da sua direção estadual e com apenas um voto contrário, por 18 votos a 1 – aprovou, em Codó, uma das maiores cidades do Maranhão, a coligação com o PDT e não com o PSD, que era a opção de alguns membros. Nós temos a política de aliança com o PDT e não com o PSD, razão pela qual é absolutamente natural que a aliança em Codó seja com o PDT. Esta é a posição da direção do partido, do próprio governador Flávio Dino, a minha posição enquanto presidente do partido, individualmente, a posição que nos coloca no mesmo palanque da senadora Eliziane Gama, do Cidadania, e do senador Weverton Rocha, do PDT (Deputado federal Márcio Jerry.”

Expressão do partido

O fato teve e está tendo enorme repercussão na região e no estado exatamente porque Pedro Belo não era apenas mais só um integrante do PCdoB, mas sim a própria expressão do partido na região… Com informações do blog do Marco Silva.

Monção, o sincero, é expulso do PTB…

O ex-prefeito de Cocal PI José Maria Monção foi expulso do PTB por conta de suas declarações sobre ter roubado o município, “mas nem tanto quanto o atual prefeito” Rubens Vieira (PSDB), segundo o mesmo.

Convenção

A declaração foi dada na convenção do MDB de domingo passado, em Cocal, e gravada em vídeo. O presidente do PTB no PI, João Vicente Claudino, disse ao G1 que as declarações do ex-prefeito o tornaram réu confesso e que agiu como se estivesse em um “campeonato de desvio de dinheiro público”.

Réu confesso

João Claudino: “Ele se tornou um réu confesso, se não fez isso em juízo, fez em público. Não estou surpreendido pelas declarações, ele sempre teve esse estilo jocoso, debochado, mas fui pego de surpresa por ele ainda estar filiado. Quando soube (das declarações), pedi para verificarem, comuniquei ao partido, e por meio de uma comissão provisória, tomamos a decisão da expulsão de imediato, no primeiro dia útil após a declaração. O que ele fez foi como se estivesse em um campeonato de desvio de dinheiro público, querendo saber quem roubou mais.”

Reveja o vídeo:

Ato comum

E prosseguiu o presidente do PTB: “Não existe isso de roubar seu dinheiro para dar de novo a você. O dinheiro já é do povo. O que ele falou indica que ele acha que isso é um ato comum. Só nos resta lamentar o que foi dito”.

Polêmica declaração

Quando deu a polêmica declaração, Monção participava da convenção do MDB que lançava seu candidato a prefeito da cidade. Presentes estavam o prefeito de Teresina, Firmino Filho (PSDB), e o senador Ciro Nogueira (Progressistas).

O sincero

“Fui prefeito 3 vezes, sei do sofrimento. Mas também não roubei o tanto que esse aí roubou, não. Esse é descarado, está afundando Cocal. Eu posso até ter tirado alguma coisa, dado pros pobres. Que na verdade ninguém pode ser tão sincero. Se eu tivesse sido tão direito, eu não tinha ido preso, né. Se eu fui preso, tem um motivo. O mais político que rouba, rouba para dar pro povo. É difícil o cara roubar para si. Agora esse daí não, roubou para ele. A maior mansão da cidade de Cocal é a dele.”

Prisão

Monção foi preso em 2009, acusado de desviar R$ 2,6 milhões do Fundo de Educação Básica, e, em 2015, acusado de falsificar documentos da Câmara de vereadores para poder concorrer ao cargo de deputado.