Empresário é um dos maiores assaltantes de bancos do país…

Apontado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) como mentor de uma série de roubos milionários praticados nos últimos dois anos no país, José Carlos Lacerda Estevam Leite, 40 anos, se tornou o único preso no Complexo Penitenciário da Papuda a ser submetido ao chamado Regime Disciplinar Diferenciado (RDD).

R$ 3 milhões

Conhecido como Carlinhos Paraíba, o criminoso e seus comparsas faturaram cerca de R$ 3 milhões com os assaltos. Nas horas vagas, o homem atuava como empresário, em Águas Claras, gerenciando negócios como o maior lava a jato da região administrativa, especializado na limpeza de veículos de luxo.

RDD

A decisão proferida em 24 de agosto pela juíza da Vara de Execuções Penais (VEP), Leila Cury, especifica que o líder da organização criminosa permanecerá, durante um ano, isolado da massa carcerária e precisará atender a uma série de exigências, entre elas não ter qualquer contato físico ou troca de objetos com as duas pessoas previamente cadastradas que poderão visitá-lo quinzenalmente.

A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) precisou se adequar às exigências da VEP para manter o preso em regime de RDD.

Passos monitorados

Carlinhos Paraíba foi isolado em uma cela individual no Presídio do Distrito Federal I (PDF I) e terá todos seus passos monitorados por áudio e vídeo. As escutas ambientais ficam ligadas, inclusive, durante as visitas. Os aparelhos são desligados somente quando o detento recebe, no parlatório, os advogados que o defendem. Isolado 24 horas por dia, o líder da organização criminosa deixa a cela apenas duas horas para o banho de sol.

Cifras milionárias

Na decisão, a juíza Leila Cury afirma que Carlinhos Paraíba se envolveu na prática de vários crimes contra o patrimônio, envolvendo cifras milionárias, mediante arrombamento e, principalmente, estouro de caixas eletrônicos. “O que, por si só, evidencia a necessidade de seu isolamento, pois são motivos concretos de que ele apresenta alto risco para a ordem e a segurança do presídio e da sociedade local”, frisou a magistrada.

Carro comprado pelo ladrão de bancos José Carlos Lacerda, avaliado em mais de R$ 100 mil 

Lavagem de dinheiro

A investigação coordenada pela Divisão de Repressão a Roubos e Furtos (DRF), unidade que pertence à Coordenação de Repressão a Crimes patrimoniais (Corpatri), apurou que os estabelecimentos legais de Carlinhos Paraíba eram usados para lavar o dinheiro faturado com os ataques.

A segunda fase da Operação Sentinela cumpriu sete mandados de prisão e 10 de busca e apreensão em Águas Claras, Ceilândia, Taguatinga e na cidade de Joinville, em Santa Catarina.

Acima de qualquer suspeita

De acordo as apurações da DRF, o ladrão de bancos procurava levar uma vida acima de qualquer suspeita e dividia o tempo entre tocar os negócios – sempre ligados ao setor automotivo – e planejar assaltos cinematográficos contra instituições bancárias. “Esse autor recrutava assaltantes de vários estados, definia a função de cada um e organizava o setor operacional e de logística de cada ataque”, explicou o diretor da DRF, delegado Fernando Cocito.

Bandidos entranhados

O empresário sempre foi o líder da organização criminosa especializada em roubos a bancos desarticulada na primeira fase da Operação Sentinela, em 4 de maio, segundo a PCDF. Essa ação desmantelou um grupo que agia entranhado na sede do Banco do Brasil, uma das maiores instituições financeiras do país. Na operação, cinco funcionários terceirizados do BB foram presos. Todos desabilitavam sistemas de alarme e facilitavam ataques a cofres do banco no território nacional.

Modus Operandi

A célula da quadrilha facilitava o ataque aos cofres de agências espalhadas pelo Brasil desativando sistemas de alarme ou retardando o tratamento do sinistro e o acionamento da polícia após os roubos. Nenhum dos alvos possuía antecedentes criminais e todos eram considerados acima de qualquer suspeita pelo banco – entre eles, dois vigilantes e um supervisor. Os suspeitos trabalhavam como terceirizados em esquema de plantão, operando sistemas de vigilância e segurança de forma remota e englobando centenas de agências espalhadas pelo país.

Acesso irrestrito

Com acesso irrestrito ao comando para acionamento da polícia após uma agência ser alvo de assalto, o braço da organização infiltrada na sede do banco tinha facilidade para retardar, ao máximo, o sinal de alerta feito às autoridades. Com isso, o grupo armado da quadrilha ganhava minutos preciosos para arrombar os cofres e fugir com o dinheiro antes da chegada das primeiras viaturas.

Facilitação

Segundo as apurações da DRF, os cinco suspeitos teriam facilitado pelo menos três ataques milionários a cofres da instituição financeira. No primeiro deles, em agência localizada no município baiano de Teixeira de Freitas, em 29 de novembro do ano passado, foi furtada a quantia aproximada de R$ 1 milhão… Com edição, matéria Metrópoles.

Juiz não atende bancos e mantém suspensa cobrança…

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O juiz Douglas de Melo Martins, da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís MA, não acolheu as pretensões dos bancos e manteve a suspensão dos descontos nas folhas de pagamentos de servidores públicos ativos, inativos e pensionistas.

Suspensão da cobrança

Os bancos Bradesco e Itaú/Unibanco pretendiam anular a aplicação da Lei Estadual nº 11.274/2020, que suspendeu a cobrança de parcelas dos consignados durante a pandemia de covid-19. As instituições pediram que a Justiça determinasse ao Estado do Maranhão a efetivação regular dos descontos em folha previstos para o pagamento das parcelas.

Repassar os valores

No caso, os bancos queriam que o Estado repassasse os valores consignados em folha referentes aos empréstimos consignados contraídos por seus servidores públicos ativos, inativos e pensionistas junto ao Itaú Unibanco e ao Bradesco.

Sentença

Em sua sentença, o juiz ressaltou que “com efeito, no contexto de pandemia da Covid-19 e de arrocho econômico que a todos atinge, a edição da Lei Estadual nº 11.274/2020, que previu a suspensão das cobranças de empréstimos consignados contraídos por servidores e empregados públicos e privados junto às instituições financeiras, serviu para desafogar o orçamento de milhares de famílias no Estado do Maranhão e, dessa forma, garantir a sua subsistência durante esse período excepcional”.

SUSPENSÃO DE DESCONTOS PARA EMPRÉSTIMOS CONSIGNADOS É OBRIGAÇÃO DO EMPREGADOR

A deputada Estadual Dra. Cleide Coutinho (PDT), que votou favoravelmente ao Projeto de Lei, promulgada pela Assembleia Legislativa como Lei número 11.274, de 04/06/2020, informa às pessoas que têm dúvidas sobre o alcance da lei, o seguinte:

1. A lei suspende por três meses, ou enquanto perdurar o estado de emergência, o desconto de parcelas contraídas em empréstimos consignados, por servidores da administração pública direta e indireta do Estado e de municípios do Maranhão, e também empregados de empresas privadas, o que abrange os ativos e inativos.

2. Caberá ao empregador (Governo do Estado, autarquias, Assembleia Legislativa, Prefeituras, Câmaras municipais, Tribunais e fóruns estaduais, empresas privadas, institutos de pensões e aposentadorias) remover do contracheque de seus servidores o desconto obrigatório, autorizado pelo servidor, da parcela resultante do empréstimo consignado.

3. O Governo do Estado e a Assembleia Legislativa já determinaram às suas áreas responsáveis pela folha de pagamento a imediata suspensão dos valores das parcelas devidas pelos servidores, cabendo aos demais órgãos, especialmente Prefeituras, autarquias e Câmaras municipais, empresas e institutos de pensões e aposentadorias, suspenderem imediatamente a retenção dos valores das parcelas nos contracheques dos trabalhadores que contraíram este empréstimo.

Dra. Cleide informa que esta medida aliviará os rendimentos dos centenas de milhares de assalariados que contraíram empréstimos consignados, até que a vida volte à normalidade no estado e no país.

Bancos em Caxias MA ‘jogam’ na lata de lixo a Lei 11.274/20, promulgada pela Assembleia maranhense…

Bancos em Caxias ‘jogam’ na lata de lixo a Lei 11.274/20, promulgada pela Assembleia Legislativa, que suspende, por 90 dias, o desconto salarial das parcelas de empréstimos consignados em folha de pagamento de aposentados, servidores públicos e empregados da iniciativa privada em todo o estado do Maranhão.

Tratados com desdém

Os cidadãos que procuraram o Banco do Brasil na Princesa do Sertão, por exemplo, para se cientificar da suspensão dos referidos descontos das parcelas dos empréstimos consignados estariam sendo tratados com desdém, pois, segundo funcionários da agência, a ordem da direção geral do BB seria para ignorar totalmente a Lei.

Benefício

Ou seja, a Lei, destinada a beneficiar centenas de maranhenses neste momento de recessão econômica devido à pandemia, simplesmente está sendo desconsiderada pelas instituições bancárias locais, e, em particular, o Banco do Brasil!

Sem moral

Do que se conclui que o Parlamento no Maranhão estaria sem moral para impor a Lei que a Casa aprovou!… O Legislativo precisa reagir.

Justiça determina que normas de distanciamento em filas de bancos devem ser estendidas a todo o MA…

Caixa Econômica em Caxias MA

A Justiça do MA determinou a extensão das medidas de distanciamento para todas as agências bancárias existentes nas cidades do estado.

A decisão veio após o MP do Maranhão interpor embargos de declaração, depois de tomar conhecimento da decisão parcial da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, proferida em 29 de abril, que acolheu requerimento do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo, relativo às filas de bancos, entre outras providências.

Na análise da decisão, a promotora de Justiça do Consumidor de São Luís, Alineide Martins Rabelo Costa, constatou que a decisão, direcionada ao Banco do Brasil, Itaú, Bradesco e Santander, não esclareceu se as medidas deveriam ser aplicadas às agências bancárias de todo o Maranhão.

Com a identificação do vício, o MPMA requereu o acolhimento dos embargos de declaração, para que constasse na decisão, de forma expressa, que as medidas de distanciamento se estendessem a todo o território maranhense.

Medidas

Assim, enquanto durar o período da pandemia, as agências devem adotar sinalização horizontal com faixas no chão, objetivando garantir o espaçamento mínimo de 1,5 metro, em todos os locais de atendimento presencial à população; que permitam somente a entrada de pessoas usando máscaras; disponibilizem ao público álcool em gel 70% ou água e sabão, antes de adentrarem ao estabelecimento.

Organização de filas

Os bancos também devem manter servidor organizando as filas para garantir o distanciamento; que higienizem, constantemente, o espaço interno das agências, inclusive caixas eletrônicos; definam limitação de 60% da capacidade máxima de clientes no interior de agências; e mantenham todos os terminais de autoatendimento em pleno funcionamento… Com informações do MPMA.

Justiça dá prazo de 24 horas para que bancos em Caxias MA organizem filas no entorno e dentro das agências…

Caixa Econômica em Caxias-MA

O juiz Sidarta Gautama, da 1ª Vara Cível de Caxias MA, acatou Ação Civil Pública, com Pedido de Tutela Provisória de Urgência, protocolada pelo Município de Caxias, via PGM, contra os Bancos do Brasil, Bradesco, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia, Santander e Caixa Econômica Federal para que essas instituições organizem as aglomerações no entorno e dentro das agências das mesmas, com distância adequada entre pessoas, fornecimento de produtos higiênicos, máscaras, etc…

Lucros fabulosos

…Tudo o que os bancos no Brasil não têm feito durante a pandemia da Covid-19, apesar de serem as instituições que mais ganham dinheiro no país, com lucros anuais sempre fabulosos e que, contraditoriamente, não oferecem o mínimo atendimento humanizado principalmente à sua clientela mais humilde…

24 horas

…Sidarta Gautama fixou o prazo de 24 horas para o cumprimento das medidas pelos bancos locais e, caso os mesmos desrespeitem a decisão, multa diária de R$ 15 mil por cada instituição, limitada ao valor de R$ 300.000,00, com bloqueio em favor do Município de Caxias, autor da ação.

Bancos no Brasil demonstram total desprezo à sua clientela mais humilde…

caixa econômica, hoje pela manhã, em caxias-ma…

Nesta pandemia da Covid-19 uma coisa ficou muito óbvia no Brasil: o absoluto desprezo do sistema bancário público e privado do país em relação à sua clientela mais humilde…

Ir à Justiça

…Os governantes tiveram de ir à Justiça para que os bancos fossem obrigados a cumprir as mínimas exigências de apoio às medidas destinadas a evitar aglomerações no entorno e dentro das agências…

Mesmo que nada

…A Justiça acatou o pedido das autoridades, mas foi mesmo que nada porque os bancos fizeram ouvidos de mercador às decisões judiciais…

Velha e desumana

…Ou seja, o sistema bancário brasileiro simplesmente ignorou e continua ignorando decisões judiciais, os apelos das autoridades para que ajam no sentido de organizar filas, disponibilizar produtos de higiene interna e externamente para os clientes ou mesmo repensar a velha, estúpida e desumana maneira de atender à sua clientela mais necessitada.

Bancos: Governo do MA endurece regras em relação às aglomerações no entorno e dentro das agências bancárias no estado…

agência bradesco caxias-ma

Em entrevista, hoje, entre outras medidas genéricas de combate à pandemia da covid-19, o governador Flávio Dino (PCdoB) disse que vai endurecer as regras contra os bancos que vêm descumprindo as normas destinadas a restringir as aglomerações no entorno e dentro das agências bancárias no estado…

Organização de filas e cuidados

…Como registrado aqui na semana passada, em particular, o Bradesco é uma dessas instituições bancárias que não têm se preocupado em organizar as filas para que as pessoas mantenham uma distância mínima segura entre umas às outras e nem têm o cuidado de fornecer máscaras, álcool, sabão, pias onde lavar as mãos, etc… Afora outros absurdos, como as cenas já mostradas aqui, em vídeo (reveja)…

O exemplo

…O Bradesco, no caso, é o exemplo mais dramático, mas todas as demais agências bancárias em Caxias também ainda não se empenharam em dar a sua necessária contribuição ao combate do novo coronavírus em Caxias e no restante do Maranhão…

Agências locais

…No caso, as situações mais críticas na Princesa do Sertão são as das agências do Bradesco, Caixa Econômica e Santander… O Banco do Brasil foi um dos poucos a adotar alguns critérios para atendimento, mas ainda assim insuficientes!

Bradesco e demais agências locais ignoram decretos estaduais e municipais destinados a evitar a disseminação da covid-19 em Caxias do Maranhão…

Como relatado aqui ontem, ainda na noite de domingo, o vídeo mostra os clientes mais humildes do Bradesco, um dos maiores bancos do país, enfrentando uma chuva torrencial para somente hoje serem atendidos pela agência do banco em Caxias do Maranhão (reveja aqui)…

Porta e entorno

…Agora, veja na foto acima como estava a situação à porta e no entorno do Bradesco hoje pela manhã. O registro fotográfico é de perto do meio-dia…

Febraban

…A verdade é que nenhuma das agências bancárias locais do Bradesco, Caixa Econômica, Banco do Brasil e Santander respeita as próprias determinações da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) nem aqui nem no restante do país…

Determinações

…Diz as determinações que os bancos são sim, responsáveis pela segurança e proteção de sua clientela dentro das agências e no entorno das mesmas. O contrário do que acontece na Princesa do Sertão…

Endurecendo

…Hoje, por exemplo, em Salvador (Bahia) as autoridades endurecerem as regras contra as agências bancárias locais e estas, além de multas, poderão ser interditadas caso descumpram as normas destinadas a evitar aglomerações…

Endurecendo II

…No caso de Caxias, também, as autoridades locais poderiam seguir o exemplo de Salvador, forçando as agências bancárias locais a se enquadrar no combate à covid-19 no município caxiense.

Tiro de Guerra em Caxias foi acionado para restringir as aglomerações em todos os bancos locais…

imagem ilustrativa

A cena mostrada no vídeo da postagem anterior (reveja aqui) serviu de alerta para a desobediência das pessoas às normas legais que determinam o ajuntamento de cidadãos nessas agências locais… O fato foi hoje… E assim, ato contínuo, o Tiro de Guerra caxiense foi acionado…

Omissos

…Mas, por sua vez, continuam valendo as críticas aos bancos com agências na Princesa do Sertão… Todos, totalmente omissos em relação ao que acontece no seu entorno e dentro das agências…

Fortuna incalculável

…O sistema que mais fatura no país, que nababescamente acumula uma fortuna incalculável no Brasil, ano após ano, é incapaz de contribuir com alguma coisa nesta crise da covid-19…

Nem álcool

…Atente, por exemplo, para a simples constatação de que nem álcool gel as instituições bancárias fornecem aos seus clientes… Um sistema mesquinho e completamente insensível com a grave questão social que o mundo inteiro atravessa!