3 respostas para “Refletindo com PH: na base da pressão e sem planejamento…”

  1. É PH tenho até concordado com vc em alguns dos seus comentários, agora querer culpar o prefeito por tudo que acontece com essa pandemia é no mínimo falta de imparcialidade, seus discursos estão se tornando totalmente político, com todos os decretos que já foram lançados seja ele municipal, estadual ou federal, vc já viu a população caxiense cumprir? Só as pessoas que são de grupo de risco cumprem, essas pessoas vc não ver nas aglomerações que estão acontecendo em Caxias, vc é um deles e visto frequentemente nas ruas, poderia dar exemplo, não tô aqui defendendo prefeito, político seja lá quem for, agora se o povo não quer o que há de se fazer, os comerciantes têm que sobreviver, eles têm contas a pagar, família para sustentar, funcionários que precisam trabalhar, já que a população não quer ajudar, eles tem mais é que voltar às atividades deles, agora cabe a polução saber usar de forma correta e respeitosa esses ambientes, agora tudo é culpa do prefeito, é visto claramente aos olhos de todos os esforços que a Prefeitura tem feito para minimizar a expansão desse vírus, os próprios comerciantes têm ajudado a administração pública nesse sentido, vemos pias com água e sabão espalhadas nas portas de vários comércios, medidor de temperatura com álcool em gel nas portas dos supermercados e outras lojas, enfim, medidas foram tomadas sim, seja pela administração municipal seja pelos empresários, PH vamos deixar de partidarismo políticos, vc tem o dom da fala, então use isso a favor do povo e não contra o povo, quanto a esses recursos milionários que vc tanto fala e que tem certeza que existem acione o Ministério Público com provas nas mãos que tenho certeza que temos um procurador sério e comprometido com a coisa pública, que com certeza vai lhe ajudar a vc e a população. Fica a dica.

  2. É um pensador…… é um grande cientista-cutia-antropológico tecendo sua chibata sideral no espaço-tempo das almas dos rios perdidos. É o geômetra da terceira margem do Rio Itapecuru.
    É o herdeiro de Carlos Chagas, de Castelinho e David Nasser.
    Quando Auguste Rodin esculpiu “O Pensador”, certamente estava mirando o futuro, psicografando o medioválgico, inoxidável e galvanizado cutia-jus-filósofo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *