Pequeno horizonte…

O último líder político caxiense a ter participação expressiva numa eleição estadual no Maranhão foi Humberto Coutinho. Depois dele, todos os demais foram atores coadjuvantes no processo.

A disputa de 2022 já está começando e não se vislumbra ninguém com cacife eleitoral para se posicionar na mesma com destaque. Mas os sinais da decadência regional se mostram dentro do próprio município. A cidade está inerte, amorfa, quando o assunto é política. Nem o prefeito Fábio Gentil, inconteste na superioridade aos adversários locais, nem outra figura local se destaca para além dos baixos muros da região. 

Não há hoje ninguém capaz de criar uma agitação política de peso dentro e fora dos limites territoriais da Princesa do Sertão. O atual conjunto político caxiense só tem mesmo uma mínima expressividade tupiniquim, que serve apenas ao consumo interno de suas limitações. Assim, dessa maneira, como imaginar que em 2022 alguém de Caxias terá participação de destaque no pleito estadual?…

Olhando-se o passado da cidade, tempo no qual sobravam lideranças que faziam a diferença no centro do poder em São Luís, hoje o nosso horizonte é pequeno e quase sem possibilidades. Grande pena (Editorial da coluna Caxias em Off da edição de sexta-feira passada (20/08) do Jornal Pequeno).

8 respostas para “Pequeno horizonte…”

  1. Daniel Barros, vem reunindo muita gente após o anúncio de sua
    pré-candidatura a uma vaga no congresso nacional e até lá, com certeza, aumentará e muito o número de sua votação, o homem tá chegando!

    1. Esse comentarista Perez parece que é tardio. Como frisou o Jotônio, o Daniel Barros é um dos que não passam dos muros de Caxias.

  2. Essa crise foi cantada em prosa e verso por nós, já diante do dominismo exacerbado na cooptação pelo o ex- líder Dr Humberto Coutinho no modus operandi (vale quanto pesa) nas vantagens econômicas eleitorais. Misturamos economia x política e, pior, se o método fracassou, alguns alunos enveredaram pelas Caxias! Era previsível, o cochilo e o cachimbo caiu. O poder é efêmero! Ao não construir base sólida, ficarmos só na fisiológica, nenhuma liderança se sustenta, taí o Lula o próximo e talvez em um pior cenário para o país ! ! Jair Messias Bolsonaro. Tal qual Caxias hoje, seu xiitismo na cultura é pari-passo ao de Caxias. Aqui se apaga o Capanema, aí se queima a Laura Rosa, se manda a bomba para Paço do Limiar, é expulso, mas volta ao mesmo terreiro onde vem cevado como os filhos das elites, são herdeiros de um período que não volta mais… Caxias morreu, só legítimos amantes de Caxias podem recuperar esse patrimônio, senão vamos retornar ao nosso umbigo de Matões, como eu expulso com o ventre de lá pelos coronéis da época 1938 . . Ou ombreamos a cultura dos dominadores ou Caxias já morreu, enterramos ela! O Alecrim está indo …

  3. Análise de uma Tragédia anunciada. Vejamos alguns pontos: Família Marinho com seu populismo de Amor a Caxias, mas o que se viu foi baque nos cofres da Prefeitura com estratégias tipo Programa do Leite; Jornal de Caxias que tinha verbas para sua manutenção via Prefeitura Municipal. Hoje se mantém calado em seus ataques, pois participa desse projeto de Governança Toma lá, Toma Cá. Segue a decadência da Cidade de Caxias, que outrora conhecida como a Princesa do Sertão. Processo sempre de Decadência ao longo dos Anos. Hoje o processo é comandado por chefes pertencentes ao mesmo Clã representados pelo honesto e trabalhador Fábio Gentil e o seu queridinho priminho Teódulo das quantas, que enfia seus tentáculos na Câmara Municipal. O pior é que a tragédia não acaba com o final do mandato das figuras podres e decadentes, pois ratos originam ratos ou ratas que aparecem tipo gatinha do papai que pede um presente: Papai quero ser Deputada Federal: papai responde; não se preocupe que vamos comprar deste povinho de Caxias e de outros povinhos circunvizinhos seu brinquedinho Federal, mas o papai quer 20 por cento das verbinhas que a filhinha conseguir. Essa História é a verdade nua e crua dessa cidade decadente que certamente merece os ratos que a governam. Não podemos esquecer dos fãs dessas ratazanas dentro dos meios de Comunicação; exemplo: Rádio Guanaré. O processo está em cada hum que aplaude em troca de uns trocados que caem dos seus bolsos recheados de dinheiro público.

  4. Meu caro jornalista, os políticos de Caxias só olham para o próprio umbigo, o que for bom para eles e para seus familiares aí tá tudo maravilhoso, o que não entendo é essa venda nos olhos dos caxienses. Cara, somos um povo centenário, politicamente já deveríamos ter aprendido com nossos erros nas urnas. Meu caro jornalista, no meu ponto de vista, povo inteligente é aquele que só elege o político para um mandato, ele pode ter trazido ouro para o município mas tem que ter alternância de poder para que o povo possa ver melhorias no seu país, estado ou município, enquanto o povo ficar se curvando a políticos nunca teremos uma nação justa, Caxias é berço de perpetuação de maus políticos no poder, são inúmeros deles, e todos ricos com o dinheiro do povo, sabemos que o salário que eles ganham como político não dá para fazer fortuna, por acaso estamos vendo nome de pessoas comuns saindo candidato para a próxima eleição? Não, né? Os nomes são Catulé Júnior, que o pai quer que ele faça seu pé de meia como ele fez; PM Júnior, outro que o ex-deputado cassado também quer que ele faça fortuna com dinheiro público como ele fez, e agora Amanda Gentil, incentivada pelo pai para poder no futuro sustentar os gastos diários da família e juntar dinheiro para gastar com política para continuar enganando o povo. Acorda Caxias.

  5. Infelizmente, tenho que concordar com essa verdadeira reportagem: Caxias já era em várias coisas, e cada vez se afunda em outras.
    Sem saudosismo, mas Caxias só cresce pra o desconforto de seus cidadãos, à sua própria pobreza e ao ostracismo.

  6. Só restou o medo, sem esperanças… os políticos daqui são como as pipas que não passam dos fios de postes… por aqui mesmo se perdem.

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