Paulo Marinho diz que foco da matéria do site foi errado, pois não poderia “negar o que não existe”…

Em nota ao editor da página, Paulo Marinho diz que o foco da matéria do site foi errado, pois não poderia “negar o que não existe”. Reveja matéria aqui e confira abaixo a reclamação de PM:

“Jotônio, como.bom jornalista que você é, o foco da matéria não seria eu “negar”.  Não estou negando nada. Não posso negar o que não existe. A matéria maldosa devia relatar o fato de terem entrado contra a pessoa errada. Como entrar com uma ação desse tipo sem juntar o documento de propriedade do imóvel? Entraram errado e já estou buscando a reparação por isso, ademais trata-se de denunciação caluniosa, mas aí serão outros quinhentos… Aguarde. O Procurador no mínimo ou usou de má fé com objetivo político ou precisa estudar mais…”.

3 respostas para “Paulo Marinho diz que foco da matéria do site foi errado, pois não poderia “negar o que não existe”…”

  1. Caro Jotônio, olha só a que ponto chegou o Dr. Paulo, dia e noite, ele é Proprietário do bosque. Quando a Dra. Marcela arrochou o Buriti, Ele não é mais dono, jogou para o Paulinho, olha a covardia do pai. Vai levar o rebento a um processo por crime ambiental, que poderá ficar inelegível. Outra coisa, acusar o procurador-geral, que é um homem de bem, que estava só fazendo seu trabalho, será que foi porque ele denunciou três processos que sumiram em que o Município cobra da FAI E DO BOSQUE mais de 4 Milhões? Ele não tem nada com isso, vai em cima do Cabeludo, que ele corta tua pensão, tira o emprego de todos os familiares. E aí vai viver de que?

    1. O ex-prefeito, que não é nenhum santo, apenas está argumentado quanto à ilegitimidade de parte para figurar no Polo passivo da demanda, se o que diz é correto e verdadeiro, ou seja, se não juntaram o Registro do Imóvel para comprovar a titularidade do bem e se este tiver em nome de terceiro, seja ele filho ou não, a ação está fadada a extinção sem julgamento do mérito.
      Se isso ocorreu, erraram tanto o subscritor da ação quanto a juíza que a despachou, pois não teve a cautela necessária ao apreciar o pedido, demonstrando assim claramente interesse na ação e portanto suspeita para dirigir o processo.
      Aí o contrário, estará correta a decisão.

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