Agora vai?!

Manoel Velôzo

O juiz Antônio Manoel Araújo Velôzo declarou ao blog do Ricardo Marques que, em janeiro vindouro, irá protocolar no TJMA  seu pedido de aposentadoria por tempo de serviço e que, tão logo sua aposentadoria esteja devidamente publicada no Diário Oficial do Judiciário do Maranhão, estará à vontade para movimentar-se na seara político-partidária com vistas à eleição do próximo ano para prefeito de Caxias (MA)…

Não ‘fondo’…

Será que agora vai?!… Incensado outras vezes no passado nessa direção, Velozo quase foi, mas acabou não ‘fondo’!

Fome de anteontem?!

Feijoada das boas

Ontem, quarta-feira 11, por volta das 10 da noite, um grupo de integrantes da tropa governista no Legislativo da Princesa do Sertão e outros aliados palacianos avaliavam, com ar severo, muito sérios: “Pessoal, o negócio agora é saber como a gente vai colocar mais água na feijoada, pois ‘Ogênio’ e ‘Iron’ vêm aí com fome de anteontem!”…

A conversa corria solta na turma que tratava da pretensa aliança Gentil & Coutinho!… Não deu para entender direito a analogia, mas, enfim, hoje é realmente muito difícil compreender a lógica política!!!!

Novos boatos sobre aliança entre Gentil e Coutinho

Aliança Gentil & Coutinho

Recomeçam nos bastidores caxienses os boatos sobre uma pretensa aliança entre a família Gentil e a família Coutinho. Tem gente dizendo que a coisa já estaria a caminho… O assunto voltou às coxias do fim da semana passada para cá.

Fontes governistas e oposicionistas, porém, dizem que a iniciativa seria mais da parte do empresário Eugênio Coutinho e do ex-presidente da Câmara Ironaldo Alencar do que dos demais integrantes do clã Coutinho.As mesmas fontes, por sinal, apontam que a insistência de Eugênio e de Ironaldo para que o acordo político aconteça estaria causando um sério mal-estar interno no grupo de ex-governantes locais!

Luta intestina

Após o embate que varou a madrugada de domingo e só terminou na tarde de segunda-feira, com direito a passagem pela 1ª DP de Caxias, o resultado do PED petista ficou assim: Lays Polyane com 547 votos; Tom do PT com 435; e Chico Sousa com 52. Mais de mil militantes compareceram às urnas, algo raro, o que deu uma mostra do tamanho do acirramento entre as correntes da sigla no município.

A vencedora no pleito contou com o apoio da maior parte da chamada turma da velha guarda petista local. A eleição foi embiocando para a briga já no domingo, quando Ney Jefferson, candidato a presidente, teve a candidatura impugnada por Chico Sousa e o colega Tom do PT assumiu seu lugar na chapa.Como para a chefia do partido prevalece a divisão do peso da votação obtida reciprocamente pelas chapas concorrentes, no caso, os percentuais das chapas rivais ficaram assim: para a de Lays Polyane, 52% da diretoria; Tom do PT, 44%; e Chico Sousa, 4%.

Cooptações



Fábio Gentil

O prefeito de Caxias, Fábio Gentil (PRB), continua jogando pesado no objetivo de cooptar políticos de oposição no município maranhense. Amparado no poder da ‘Viúva’ local, o gestor visa anular todo e qualquer projeto eleitoral de seus adversários através do Palácio da Cidade, cujos grilhões de influência se estendem a todos os rincões da cidade e da área rural… Como já tem nas mãos 16 dos 19 vereadores locais, a ideia agora é ‘matar’, na geral, as ações dos rivais que ainda cutucam minimamente seus calcanhares na Princesa do Sertão.



Mea-culpa?

O recuo do juiz Sidarta Gautama, que revogou seis de suas 17 liminares dadas a alunos de universidades particulares do país e a outros que estudavam no exterior, ao invés de frear, aumentou o frêmito de pais e de estudantes que entraram no curso de Medicina do Cesc/Uema pela via legítima do concorrido vestibular da instituição maranhense.

Sidarta Gautama

A espécie de ‘mea-culpa’ do magistrado, embora o mesmo não reconheça como tal, inflamou mais ainda os ânimos acadêmicos no Morro do Alecrim. Em público e nos bastidores, agora, a gritaria dos que se consideram prejudicados é ouvida em todos os cantos de Caxias e região. E quem perdeu o bonde nessa intrigante história foi a classe política tupiniquim, pois seus integrantes simplesmente calaram ante a polêmica. Ninguém deu um pio, nem para acusar ou para defender. A categoria ficou em cima do muro com olhos e ouvidos fechados. Um erro que repercute no município e em todo o leste estadual. Como é natural na concepção tradicional dos políticos, a omissão no caso logo seria esquecida. Talvez, pois é fato que as pessoas têm memória curta. Mas hoje há controvérsia nesse arcaico entendimento, pois a internet está aí para reavivar tudo num instante.De qualquer forma, comprove-se o valor da tribuna parlamentar: não fosse um deputado da Assembleia botar a boca no trombone da Casa o assunto ainda estaria debaixo do tapete jurisdicional e tudo seguiria como se as liminares fossem as coisas mais naturais na rotina educacional do Cesc/Uema. A boca no trombone, portanto, foi o que atirou todo o quiproquó no ventilador.

Assunto Cesc/Uema

O assunto da transferência, via liminares judiciais, de alunos de faculdades privadas e até de outros países para o curso de Medicina do Cesc/Uema continua a repercutir nos meios estudantis e nos bastidores políticos de Caxias e do estado. Não obstante isso, na Câmara Municipal de Caxias ninguém ainda tocou no tema.

Ao jogar um balde de água fria na tentativa de colegas de Casa que colheram assinaturas para a instalação de uma CPI de apuração das supostas irregularidades, o presidente da Assembleia, Othelino Neto (PCdoB), justificou que o assunto seria um problema “interno do Poder Judiciário, que diz respeito a eles. O foro competente para se questionar decisões judiciais ou a conduta de juízes e de membros do Judiciário é o da Corregedoria do próprio TJ ou do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)”. Por sua vez, o deputado César Pires, que levou a querela ao plenário do Parlamento estadual, agiu rápido e provocou a Corregedoria-Geral de Justiça do Maranhão (CGJ/MA), a qual, ato contínuo, determinou a abertura de sindicância para apurar as tais irregularidades nas concessões das referidas liminares judiciais na Comarca de Caxias.Assim, embora freado na esfera legislativa estadual, o quiproquó segue na raia judiciária. Mas o silêncio da vereança local sobre tão importante tema causa estranheza na região. O Cesc/Uema é um patrimônio do povo de Caxias e de toda a região leste. Seu curso de Medicina, então, acendeu orgulho e deslanchou um otimismo enorme na estudantada desse encantoado gonçalvino… Dessa forma, no mínimo, a edilidade deveria pelo menos esboçar qualquer atitude, falar a respeito.