Ex-candidatos a prefeito sumiram da área…

Ex-candidatos a prefeito derrotados em 2020 em Caxias sumiram da área. À exceção do deputado Adelmo Soares (PCdoB), que pela posição que ocupa na Assembleia continua na vitrine, os demais não têm mais se manifestado em público.

O recuo, porém, é compreensível… Com o desempenho eleitoral insignificante de todos eles, o melhor mesmo foi a turma sair de cena para ter tempo de refletir sobre a disputa eleitoral passada e também tentar descobrir o que deu errado em suas campanhas.

Pois, quem sabe assim, com muita reflexão, todos esses personagens políticos poderiam se recompor e encontrar novas motivações para quando vier o embate de 2024.

11 respostas para “Ex-candidatos a prefeito sumiram da área…”

  1. Diante da vergonha passada, a atitude mais sensata dos derrotados foi se esconder na moita e deixar passar a vergonha de um desempenho pífio e desastroso, o da farmácia, nem papai vota neu, roliço e outros cacarecos devem estar se recuperando da lapada e lambendo as feridas da refrega política, mas como alento assistiram à surra que o inquilino da Prefeitura caxiense levou na disputa da Famem, perdendo para um prefeito de uma minúscula cidade maranhense. Agora eles vão levantar a cabeça e ver sem têm condições de levar outra surra dessa no próximo pleito, porque nenhum tem preparo para tirar Caxias da mer…. em que se encontra.

  2. “Ex-candidatos a prefeito derrotados em 2020 em Caxias sumiram da área. À exceção do deputado Adelmo Soares (PCdoB), que pela posição que ocupa na Assembleia continua na vitrine, os demais não têm mais se manifestado em público.”. Cá pra mim, Roliço Soares vai aproveitar “os últimos dias de Pompéia” marcando passo. Tinha reeleição assegurada, mas mordido pela mosca azul que lhe mostrou a Madame, dançou. A Madame, sabedora das vaidades de Roliço, na via oblíqua da esperteza política, comeu ele e a sua digníssima esposa pelas beiradas.
    Ando com saudades do “Da Farmácia”….

    1. Com todo respeito a esse cidadão. Nunca vi uma pessoa arrotar tanta baboseira.

      Aparentemente entende de literatura, filosofia e outros.

      Mas demonstra ser aqueles velhos papagaios de pirata, puxa saco barato.

      Ao invés de contribuir com comentários sugestivos, em defesa da racionalidade, só repete ” roliço soares, madame, cutia…”

      Deixa de ser monótono rapaz! A não ser que tu recebas algum valor da Prefeitura para defender o indefensável.

      1. Te pago uma cocada se apontares uma mentira minha.
        Valendo, eleitor do Roliço?
        Ah! Tenho o maior respeito pela Madame. Com dignidade, ela honra a política maranhense.

      2. ” A não ser que tu recebas algum valor da Prefeitura para defender o indefensável.”. A partir de agora vou ser teu defensor, pois esse teu papo-aranha é indefensável.
        Não adianta insistir, a vaga de roupeiro do CSC – o Cutia Sport Club – já está ocupada.

  3. Jotônio Vianna, rapaz, instiga mais!!!

    Ex-candidatos vão fazer o que diante da atual situação de Caxias? Sabem que não ganharão nada. Então, limitam-se a correr atrás de algum poste que faça sombra.

    Apesar de quê; não tem ninguém pra defender os barnabés que estão de orelha 👂 em pé, com o que pode vir nos próximos meses ou próximos anos.

    Abraço, camarada.

  4. Os vereadores eleitos com um discurso de renovação e independência também estão todos calados. Soma-se aí os dois que restam na oposição. Salários dos servidores públicos municipais atrasados. Ninguém dá um pio.

  5. Aí só Platão explica, ” é só interrogar a realidade “, onde está nossa contribuição na consolidação de uma cidade próspera e participativa com desenvolvimento social, econômico e cultural? ..Onde participamos disso? Em lugar nenhum…

    1. Murchei as minhas orelhas diante de tão profunda reflexão. Mas, só um aposto do subjuntivo plural do mais-que-perfeito pleonasmo redundante do verbo “já era”. Essa “contribuição” que nos fala o filósofo da Pequi Socity só será construída se você pensar igual a ele. Se pensar diferente, então “desconstrói a consolidação” requestada.
      O Ivo viu a uva.

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