Coronavac consegue 91,25% de eficácia em testes na Turquia…

Fábio Vieira/Metrópoles

A vacina Coronavac, do laboratório chinês Sinovac, alcançou 91,25% de eficácia contra o coronavírus nos testes da fase 3 realizados na Turquia, informou nesta quinta-feira (24/12) o jornal chinês Global Times, indicando como fonte o Ministério da Saúde turco.

A vacina também é testada no Brasil, em parceria com o Instituto Butantan, que anunciou na quarta-feira (23/12) que a mesma apresentou eficácia acima dos níveis exigidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela OMS (Organização Mundial da Saúde), mas o instituto adiou a divulgação dos resultados a pedido do laboratório chinês.

A justificativa do adiamento pelo Butantan foi a de que a farmacêutica chinesa Sinovac Biotech, criadora da vacina, havia resolvido unificar os dados dos testes feitos no Brasil, na Indonésia e na Turquia, o que poderia levar 15 dias. A divulgação turca, porém, ‘furou’ os planos. Segundo o Instituto Butantan e o governo de São Paulo, a terceira fase de testes que mediu a eficácia da Coronavac envolveu 16 centros de pesquisa em setes estados e no Distrito Federal. Mais de 13 mil profissionais de saúde voluntários participaram do teste, dentre os quais 170 apresentaram algum tipo de contaminação – o patamar mínimo é de 154… Com edição, matéria Metrópoles.

Butantan anuncia fim da fase 3 de testes da Coronavac…

Rafaela Felicciano/Metrópoles

Segundo informe do Instituto Butantan, a terceira fase de testes da vacina Coronavac foi finalizada e seus resultados serão levados para análise da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O anúncio, feito via redes sociais, não publicou os resultados dos testes, que serão divulgados na quarta-feira (23/12).

De acordo com informações preliminares do governo do estado de São Paulo, a fase três dos testes com a vacina feita em parceria com a chinesa Sinovac contou com cerca de 11 mil profissionais de saúde voluntários, dos quais 170 apresentaram algum tipo de contaminação – o patamar mínimo era de 154. Na fase 3, os testes medem a eficácia da vacina, que precisa ser de no mínimo 50% para ser homologada pela Anvisa.

Os testes conduzidos pelo Butantan envolveram 16 centros de pesquisa em setes estados e no Distrito Federal… Com informações do Metrópoles.