Bolsonaro não ouviu Danilo Hits e deu no que deu…

Olha acima o que postou, ontem, na rede social do presidente da República, o caxiense Danilo Hits, editor do site Saúde&Vitalidade

Defensor

…Danilo é um bolsonarista de primeira hora e ardoroso defensor do mandatário… Mas agora não se sabe.

Acusações de Moro podem embasar eventual impeachment de Bolsonaro…

As acusações que o agora ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro fez contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), em seu anúncio de demissão, nesta sexta-feira (24/04), expõem, caso confirmadas, aquilo que à luz da Constituição Federal se classifica como crimes de responsabilidade, cuja pena máxima pode ser o afastamento do cargo – o impeachment.

O Artigo 85 da Constituição Federal estabelece os crimes de responsabilidade que podem ser cometidos pelo presidente da República contra a Carta Magna.

Moro revelou que o “presidente queria alguém para ligar, colher informações e colher relatórios de inteligência“, além de acompanhar e interferir em inquéritos que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF). “Isso não é papel da Polícia Federal”.

Preocupação

Moro: “O presidente tem preocupação com inquéritos no STF”

Tal “interferência política no âmbito da Polícia Federal”, como classificou o ex-ministro, seria crime de responsabilidade contra o livre exercício dos direitos políticos, individuais e sociais, pois, diz a Constituição, o presidente não pode “servir-se das autoridades sob sua subordinação imediata para praticar abuso do poder, ou tolerar que essas autoridades o pratiquem sem repressão sua”.

A preocupação que Bolsonaro teria com inquéritos em curso no STF, de acordo com Moro, também seria crime de responsabilidade, por “atentar contra o livre exercício do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da Federação”.

Probidade na administração

O item V do Artigo 85 discorre sobre a probidade na administração. A interferência política em órgãos como a Polícia Federal se configuraria em alguns delitos que podem ser cometidos pelo presidente, tais como:

Delitos

Não tornar efetiva a responsabilidade dos seus subordinados, quando manifesta em delitos funcionais ou na prática de atos contrários à Constituição;

Expedir ordens ou fazer requisição de forma contrária às disposições expressas da Constituição;

Infringir no provimento dos cargos públicos; e

Proceder de modo incompatível com a dignidade, a honra e o decoro do cargo.

Ao fim, o ex-juiz da Lava Jato ainda teria acusado o presidente Bolsonaro de falsidade ideológica, pois seu nome está na assinatura do ato de exoneração do diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, sem o devido consentimento. “Soube da exoneração pelo Diário Oficial da União”, disse Moro, acrescentando que a exoneração não se deu “a pedido”, como consta no ato. “Não foi feito a pedido. Isso foi muito ofensivo“, destacou o ex-ministro… Com informações do Metrópoles/CARLOS ESTÊNIO BRASILINOestenio.brasilino@metropoles.com.

Moro elogia autonomia da PF em governos de Lula e Dilma

Em crítica dura ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, elogiou a autonomia da Polícia Federal (PF) durante os últimos governos petistas.

“Foi garantida a autonomia da Polícia Federal durante esses trabalhos de investigação”, disse, mesmo fazendo a ressalva de que “é certo que o governo na época tinha inúmeros defeitos, aqueles crimes gigantescos de corrupção”.

No discurso, Moro pontuou que, caso os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff interferissem na Lava Jato, por exemplo, teria sido um absurdo.

“Imagina se, durante a própria Lava Jato, o ministro, diretor-geral, a então presidente Dilma e o ex-presidente Luiz ficassem ligando para a Superintendência de Curitiba para colher informações”.

Presidente tem preocupação

Moro: “O presidente tem preocupação com inquéritos no STF”

Segundo Moro, o grande problema é que Bolsonaro não apresentou nenhuma justificativa plausível para querer trocar o comando da Polícia Federal.

“O presidente me disse, mais de uma vez, expressamente, que ele queria ter uma pessoa do contato pessoal dele, que ele pudesse ligar, colher informações, relatório de inteligência”, revelou o ministro.

Moro anunciou nesta sexta-feira (24/04) a sua saída do comando do ministério. Ele não ficou satisfeito com a atuação de Bolsonaro, que exonerou Maurício Valeixo da direção-geral da PF… Com informações do Metrópoles/TÁCIO LORRANtacio.lorran@metropoles.com.

Moro diz que Bolsonaro queria “relatórios” da PF e sai do governo

RAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES

O agora ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro confirmou a sua saída do governo de Jair Bolsonaro (sem partido). Ele justificou a sua exoneração ao dizer que o presidente queria “interferir politicamente” na Polícia Federal ao exonerar, sem o seu conhecimento, o diretor-geral Maurício Valeixo.

“Sobre a exoneração de Valeixo, fiquei sabendo pelo Diário Oficial. Não assinei esse decreto”, disse. “Fui surpreendido, e achei que isso foi ofensivo”, prosseguiu. Moro destacou que, frente a isso, não teria mais como ser ministro. “Com essa exoneração, [Bolsonaro] mostra que não me quer no cargo”.

Ao destacar que teria recebido “carta branca” do presidente para nomeações na pasta quando foi convidado para assumir o cargo, ele avaliou que a exoneração foi uma “violação” desse acordo e uma “interferência política” na PF. “Não é só troca do diretor-geral, havia também intenção de trocar superintendentes”.

“Presidente queria alguém para ligar, colher informações, colher relatórios de inteligência. Isso não é papel da Polícia Federal”, argumentou. “O grande problema não é tanto essa questão de quem colocar, mas por quê colocar, e permitir que seja feita a interferência política no âmbito da Polícia Federal”.

Moro, no início da sua fala, destacou a proximidade entre as pessoas e a aglomeração que um anúncio desses gera entre as pessoas, como jornalistas e membros do governo, em tempos de pandemia de coronavírus.

“Lamento esse evento na data de hoje, estamos passando por uma pandemia, da Covid-19, temos uma informação lamentável de 407 óbitos“, disse. “Foi inevitável, mas peço a compreensão. Não foi por minha opção”.

Carta branca
Moro disse que recebeu carta branca do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para nomear cargos da pasta quando foi convidado para participar do governo.

Compromisso

“O que foi conversado com o presidente foi que nós teríamos um compromisso no combate à corrupção”, destacou. Segundo Moro, o acordo envolvia “todos os assessores desses órgãos, como da Polícia Federal”. Valeixo é nome próximo a Moro e foi indicado pelo próprio ex-juiz para a direção da PF.

Pediu para sair

Bolsonaro disse em rede social que Valeixo pediu para sair. Aliados do ministro e servidores da PF, contudo, garantem: o pedido não foi feito… Com informações do Metrópoles/TÁCIO LORRANtacio.lorran@metropoles.com.

Bolsonaro deixa Palácio e vai a padaria na Asa Norte…

Em meio à quarentena imposta por causa da pandemia de coronavírus, o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), foi a uma padaria em Brasília (DF), na tarde desta quinta-feira (09/04)…

Seguranças e apoiadores

…O chefe do Executivo foi filmado ao lado de seguranças e de apoiadores…

Pão Dourado

…A panificadora visitada por Bolsonaro fica na Quadra 302, na Asa Norte, em Brasília. Nas imagens, é possível ver que o presidente abraça funcionários do local e posa para fotos… Com informações do Metrópoles.

Osmar Terra nega ter sido chamado para assumir Ministério da Saúde…

Denise Rothenburg

O ex-ministro da Cidadania Osmar Terra saiu do Palácio do Planalto, no início da tarde, depois de almoçar com o presidente Jair Bolsonaro e também participar de uma reunião sobre a hidroxicloroquina.

Do encontro, participou também a oncologista Nise Yamagushi, defensora do uso precoce do medicamento em pacientes com Covid-19.

O uso da cloroquina é outro tema que divide opiniões e em que a posição de Yamagushi e Osmar Terra são alinhadas àquela do presidente da República. “Bolsonaro tem ouvido todos, inclusive quem defende que seja usado em pacientes menos graves. Tem ouvido médicos e especialistas a respeito. No meio dessa epidemia, não dá para espera ficar grave para usar”, disse Terra. “Os militares tomam cloroquina quando vão para a Amazônia. Por que um paciente de Covid-19 não pode tomar?”, indagou.

Troca na Saúde está decidida

Terra nega que tenha sido convidado para assumir o cargo de ministro da Saúde. Porém, na prática, o deputado do MDB é quem está em contato direto com o presidente da República, e não o ministro Luiz Henrique Mandetta.

Bolsonaro já decidiu pela troca de comando na Saúde. Falta definir apenas a data. O próprio Mandetta, numa reunião, já admitiu não saber até quanto permanecerá ministro.

A política ferve. A certeza no governo e fora dele é a de que, se Mandetta sair, lugar para o popular ministro trabalhar não vai faltar… Com informações do CB.

Veja: Mandetta deve ser demitido por Bolsonaro hoje; Osmar Terra é o mais cotado…

Por Adriana Dias Lopes

O ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta deverá ser demitido do cargo nesta segunda-feira, 6, por Jair Bolsonaro. O deputado federal Osmar Terra, ex-ministro da Cidadania, é o nome mais cotado para ocupar a pasta.

Osmar Terra já estaria ligando para os governadores para anunciar a decisão do presidente. O presidente, no entanto, tem postergado demissões de ministros sempre que o assunto é revelado pela imprensa, como ocorreu no caso de Vélez Rodríguez (Educação).

Apesar de ser apontando como o mais cotado para o cargo, o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, também é tratado como forte páreo para ocupar o lugar de Mandetta. Bolsonaro e Barra Torres têm se aproximado desde o início da crise devido ao posicionamento do atual ministro da Saúde em relação às medidas de quarentena… Com informações da Veja.

Governador Ibaneis decide reabrir lotéricas e lojas de conveniência no Distrito Federal…

(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)

Ana Maria Campos

O governador Ibaneis Rocha (MDB), após ponderar ao longo do dia sobre o tema, decidiu publicar decreto que permite o funcionamento de lotéricas, correspondentes bancários, lojas de conveniência e minimercados em postos de combustíveis do DF.

Segundo confirmou a assessoria do governador ao Correio, no início da noite desta sexta-feira (27/3), a publicação do novo decreto deve ocorrer na edição de sábado (28/3) do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).

Segundo o texto, no caso das lojas e minimercados, ficam vedados o consumo de produtos no local e a disponibilização de mesas e cadeiras. 

Ibaneis chegou a mencionar a abertura ainda na manhã desta sexta-feira, mas acabou suspendendo a ordem após receber um boletim da Secretaria de Saúde sobre a situação da pandemia do novo coronavírus na capital federal. Por cautela, ele preferiu aguardar uma avaliação de sua equipe.

No fim da noite, porém, acabou decidindo pela reabertura. Com informações do CB.

Estaria nas mãos do ex-prefeito Paulo Marinho a decisão sobre PMJ sair ou não candidato a prefeito em 2020!…

a revanche…

Agora, meu amigo, minha amiga… As fontes do editor do site no estado confidenciam que tudo agora dependerá do ex-prefeito Paulo Marinho, o ‘Paulo Véi’, como o mesmo vem sendo carinhosamente chamado nas redes sociais e zaps…

A decisão

…Pois bem, diz-se que estaria nas mãos de PM a decisão sobre Paulo Júnior, a ‘noiva’ do momento, sair ou não candidato a prefeito em 2020…

Custo operacional

…Daí já dá para ter uma ideia do tamanho da articulação e do custo da operação para conseguir o ‘ok’ do ex-prefeito…

Colocar à mesa

…No mínimo, para começar, PM deverá colocar à mesa tudo o que perdeu desde que a ex-prefeita Márcia Marinho foi derrotada por Humberto Coutinho em 2004!